terça-feira, 7 de janeiro de 2025

Time São Paulo Paralímpico brilha em 2024 e alcança resultados históricos

 

Com 40% das medalhas da delegação brasileira nas Paralimpíadas de Paris, equipe reafirma liderança no esporte paralímpico nacional


O Time São Paulo Paralímpico, iniciativa do Governo do Estado de São Paulo em parceria com a Secretaria de Estado dos Direitos da Pessoa com Deficiência (SEDPcD), consolidou seu protagonismo no esporte paralímpico em 2024. A equipe paulista conquistou diversos campeonatos nacionais e internacionais  e foi destaque nos Jogos Paralímpicos de Paris, com 29 atletas do Time SP subindo ao pódio.


Os investimentos do Governo de SP no paradesporto se mostraram vitoriosos. As Paralimpíadas de Paris registraram o melhor desempenho brasileiro em uma única edição, com a contribuição fundamental do Time SP. Do total de 89 medalhas conquistadas pelo Brasil, 35 delas ou 40% foram dos atletas do Time SP Paralímpico. Esse recorde histórico coloca o Brasil em posição de destaque no cenário global, consolidando-se como a quinta potência no esporte paralímpico.


O Time SP bateu seu próprio recorde subindo 35 vezes ao pódio e conquistando 10 ouros, 10 pratas e 15 bronzes (confira a lista de medalhistas abaixo). Os atletas se destacaram em várias modalidades, reafirmando o papel da equipe como uma das maiores forças do esporte paralímpico nacional.


Entre os destaques individuais, Beth Gomes quebrou o recorde três vezes e conquistou ouro, no arremesso de disco, e prata no arremesso de peso; enquanto Talisson Glock assegurou quatro medalhas na natação, sendo um ouro, uma prata e dois bronzes. Além disso, Jerusa Geber emocionou o país ao vencer a prova da semifinal dos 100m da classe T11, estabelecendo um novo recorde mundial e levando o ouro na final.


Ao longo do ano, o Time SP participou de diversos torneios classificatórios internacionais, a exemplo do Mundial de Atletismo em Kobe, no Japão, os Abertos Paralímpicos de Tênis de Mesa em Montenegro e Eslovênia, o Mundial de Canoagem em Duisburg, na Alemanha e o World Series de Natação, com etapas em Limoges e Berlim. Esportes coletivos também demonstraram o êxito de grupos formados majoritariamente por atletas do Time SP, como a Seleção Feminina de vôlei sentado, bronze no World Super Six, e a Seleção Masculina de goalball, que conquistou o Desafio Internacional. 


Criado para fomentar o paradesporto e oferecer suporte técnico e financeiro aos atletas, o Time São Paulo Paralímpico é um exemplo de política pública eficiente. De acordo com o secretário de Estado dos Direitos da Pessoa com Deficiência, Marcos da Costa, o programa é essencial para garantir o protagonismo dos atletas paulistas. “O Time SP é uma vitrine do talento e da determinação dos nossos atletas. Os resultados deste ano demonstram que estamos no caminho certo para consolidar São Paulo como o maior celeiro de talentos do esporte paralímpico nacional. Com as conquistas alcançadas em 2024, a equipe seguirá confiante para os desafios de 2025, incluindo a preparação para os Jogos Parapan-Americanos e outras competições internacionais.”


Time SP

O Time São Paulo Paralímpico foi criado pelo Governo do Estado de São Paulo, por meio da Secretaria dos Direitos da Pessoa com Deficiência (SEDPcD) em parceria com o Comitê Paralímpico Brasileiro (CPB), e, em 2024, conta com R$ 7.2 milhões de investimento da SEDPcD direcionados a 149 atletas de 16 modalidades, que representam o Estado e o país em campeonatos nacionais e mundiais ao longo do ano.


Medalhistas dos Jogos Paralímpicos de Paris 2024

Ouro

Alana Maldonado – judô

Beth Gomes – atletismo

Claudiney Batista – atletismo

Julio Santos – atletismo

Jerusa Geber – atletismo (2x)

Mariana D’Andrea – halterofilismo

Rayane Soares – atletismo

Rebeca Silva – judô

Talisson Glock – natação


Prata

Beth Gomes – atletismo

Cecília de Araújo – natação

Lucilene Sousa – natação

Luís Carlos Cardoso – canoagem

Phelipe Rodrigues – natação

Raíssa Machado – atletismo

Rayane Soares – atletismo

Talisson Glock – natação

Thiago Paulino – atletismo

Zileide Cassiano – atletismo


Bronze

Ana Karolina Soares – natação

Christian Gabriel – atletismo

Claudio Massad – tênis de mesa

Danielle Rauen – tênis de mesa

Giovanna Boscolo – atletismo

Goalball masculino

Joyce Oliveira – tênis de mesa

Júlio Agripino – atletismo

Lorena Spoladore – atletismo

Mateus Evangelista – atletismo

Paulo Henrique Reis – atletismo

Talisson Glock – natação (2x)

Verônica Hipólito – atletismo

Vinícius Rodrigues – atletismo


Foto: Rayane Soares | Créditos: Silvio Avila/CPB

Com 40% das medalhas da delegação brasileira nas Paralimpíadas de Paris, equipe reafirma liderança no esporte paralímpico nacional


O Time São Paulo Paralímpico, iniciativa do Governo do Estado de São Paulo em parceria com a Secretaria de Estado dos Direitos da Pessoa com Deficiência (SEDPcD), consolidou seu protagonismo no esporte paralímpico em 2024. A equipe paulista conquistou diversos campeonatos nacionais e internacionais  e foi destaque nos Jogos Paralímpicos de Paris, com 29 atletas do Time SP subindo ao pódio.


Os investimentos do Governo de SP no paradesporto se mostraram vitoriosos. As Paralimpíadas de Paris registraram o melhor desempenho brasileiro em uma única edição, com a contribuição fundamental do Time SP. Do total de 89 medalhas conquistadas pelo Brasil, 35 delas ou 40% foram dos atletas do Time SP Paralímpico. Esse recorde histórico coloca o Brasil em posição de destaque no cenário global, consolidando-se como a quinta potência no esporte paralímpico.


O Time SP bateu seu próprio recorde subindo 35 vezes ao pódio e conquistando 10 ouros, 10 pratas e 15 bronzes (confira a lista de medalhistas abaixo). Os atletas se destacaram em várias modalidades, reafirmando o papel da equipe como uma das maiores forças do esporte paralímpico nacional.


Entre os destaques individuais, Beth Gomes quebrou o recorde três vezes e conquistou ouro, no arremesso de disco, e prata no arremesso de peso; enquanto Talisson Glock assegurou quatro medalhas na natação, sendo um ouro, uma prata e dois bronzes. Além disso, Jerusa Geber emocionou o país ao vencer a prova da semifinal dos 100m da classe T11, estabelecendo um novo recorde mundial e levando o ouro na final.


Ao longo do ano, o Time SP participou de diversos torneios classificatórios internacionais, a exemplo do Mundial de Atletismo em Kobe, no Japão, os Abertos Paralímpicos de Tênis de Mesa em Montenegro e Eslovênia, o Mundial de Canoagem em Duisburg, na Alemanha e o World Series de Natação, com etapas em Limoges e Berlim. Esportes coletivos também demonstraram o êxito de grupos formados majoritariamente por atletas do Time SP, como a Seleção Feminina de vôlei sentado, bronze no World Super Six, e a Seleção Masculina de goalball, que conquistou o Desafio Internacional. 


Criado para fomentar o paradesporto e oferecer suporte técnico e financeiro aos atletas, o Time São Paulo Paralímpico é um exemplo de política pública eficiente. De acordo com o secretário de Estado dos Direitos da Pessoa com Deficiência, Marcos da Costa, o programa é essencial para garantir o protagonismo dos atletas paulistas. “O Time SP é uma vitrine do talento e da determinação dos nossos atletas. Os resultados deste ano demonstram que estamos no caminho certo para consolidar São Paulo como o maior celeiro de talentos do esporte paralímpico nacional. Com as conquistas alcançadas em 2024, a equipe seguirá confiante para os desafios de 2025, incluindo a preparação para os Jogos Parapan-Americanos e outras competições internacionais.”


Time SP

O Time São Paulo Paralímpico foi criado pelo Governo do Estado de São Paulo, por meio da Secretaria dos Direitos da Pessoa com Deficiência (SEDPcD) em parceria com o Comitê Paralímpico Brasileiro (CPB), e, em 2024, conta com R$ 7.2 milhões de investimento da SEDPcD direcionados a 149 atletas de 16 modalidades, que representam o Estado e o país em campeonatos nacionais e mundiais ao longo do ano.


Medalhistas dos Jogos Paralímpicos de Paris 2024

Ouro

Alana Maldonado – judô

Beth Gomes – atletismo

Claudiney Batista – atletismo

Julio Santos – atletismo

Jerusa Geber – atletismo (2x)

Mariana D’Andrea – halterofilismo

Rayane Soares – atletismo

Rebeca Silva – judô

Talisson Glock – natação


Prata

Beth Gomes – atletismo

Cecília de Araújo – natação

Lucilene Sousa – natação

Luís Carlos Cardoso – canoagem

Phelipe Rodrigues – natação

Raíssa Machado – atletismo

Rayane Soares – atletismo

Talisson Glock – natação

Thiago Paulino – atletismo

Zileide Cassiano – atletismo


Bronze

Ana Karolina Soares – natação

Christian Gabriel – atletismo

Claudio Massad – tênis de mesa

Danielle Rauen – tênis de mesa

Giovanna Boscolo – atletismo

Goalball masculino

Joyce Oliveira – tênis de mesa

Júlio Agripino – atletismo

Lorena Spoladore – atletismo

Mateus Evangelista – atletismo

Paulo Henrique Reis – atletismo

Talisson Glock – natação (2x)

Verônica Hipólito – atletismo

Vinícius Rodrigues – atletismo


Foto: Rayane Soares | Créditos: Silvio Avila/CPB

terça-feira, 17 de dezembro de 2024

Revista PLACAR ganha documentário inédito

 

Produção independente, "PLACAR, a revista militante" terá exibição especial, terça, 17 de dezembro, no Museu do Futebol 


Por mais de 50 anos, a revista PLACAR contou a história do futebol brasileiro e, com 1500 edições de grandes reportagens, personagens inesquecíveis e, marca registrada da publicação, polêmicas dentro e fora do campo, ela ajudou a mudar o jornalismo esportivo nacional. Agora, finalmente, pela primeira vez, a história da própria PLACAR será contada. Nesta terça-feira, 17 de dezembro, às 19h, acontece a exibição especial do documentário PLACAR, a revista militante, com sessão aberta ao público no Museu do Futebol, em São Paulo.


“É um filme sobre futebol e jornalismo", define o diretor e idealizador do documentário, Ricardo Corrêa, que trabalhou na revista por mais de 20 anos. Segundo Corrêa, trata-se de um jornalismo que, desde o lançamento em 1970, no auge da ditadura militar, encarava o jogo de um jeito diferente: "A PLACAR não apenas narrou, foi protagonista, desafiadora, amou os craques, odiou cartolas, lutou pelo futebol, pela democracia, divertiu, denunciou, escandalizou." 


O documentário traz entrevistas com jornalistas e craques que passaram pelas páginas da revista - ou gostariam de ter passado, como o comentarista Mauro Beting, da TNT Sports, SBT e Rádio Bandeirantes. "Trabalhei e trabalho em todos os lugares que podia, mas o único lugar que eu queria ter trabalhado em toda minha vida é a PLACAR", diz Beting, no documentário. Relevância reconhecida também por quem estava em campo. "A PLACAR mostrava como éramos de verdade para o público", afirma o ex-jogador e comentarista Walter Casagrande Jr. O ídolo do Corinthians no final dos anos 70 e início dos 80 é um dos entrevistados do documentário, ao lado de outros nomes históricos como Pelé, Zico e Falcão.


PLACAR, a revista militante, no entanto, não quer ser resumido a uma celebração da revista. "Nossa intenção foi mostrar como o jornalismo pode e deve se engajar para denunciar o que está errado na sociedade", diz Sérgio Xavier Filho, comentarista da SporTV, ex-diretor de redação da publicação e, ele próprio, um dos realizadores do filme. "A PLACAR sempre foi assim e por isso nós a chamamos de 'revista militante', no melhor sentido da palavra." 


A Máfia da Loteria, o fim da Lei do Passe, o doping do ex-meia Mário Sérgio, então no Palmeiras, a Democracia Corinthiana são alguns exemplos das polêmicas ou causas que tomaram as edições de PLACAR em cinco décadas. Reportagens e coberturas históricas feitas por jornalistas consagrados como Arnaldo Ribeiro, Celso Unzelte, Gian Oddi, Marcelo Duarte, Martha Esteves, Paulo Vinícius Coelho, o PVC, Ronaldo Kotscho, Carlos Maranhão e Juca Kfouri, certamente o nome mais emblemático da revista. Todos eles brilharam na PLACAR e trazem seu testemunho no documentário.


Placar, a revista militante, é um projeto independente de cinco anos que, a princípio, seria lançado em 2020, para comemorar o cinquentenário da publicação. A pandemia da Covid adiou os planos da equipe, que ainda contou com a participação de dois outros ex-placarianos, o fotógrafo Alexandre Battibugli e o jornalista Alfredo Ogawa. Quando as gravações foram retomadas em 2022, a melhor reação veio de um dos convidados para dar seu depoimento: "Nossa, essa história precisava mesmo ser contada!" 


PLACAR, a revista militante. Documentário, 2024. Direção geral:  Ricardo Corrêa; direção: Sérgio Xavier Filho; direção de  conteúdo: Alfredo Ogawa; assistente de direção e fotografia:  Alexandre Battibugli.  


Exibição especial aberta ao público.  

Dia 17 de dezembro, terça-feira, 19h, Museu do Futebol, Praça  Charles Miller, São Paulo


segunda-feira, 16 de dezembro de 2024

Escola de futebol oficial do PSG expande unidades no Brasil e destaca papel estratégico da região Nordeste

 


Em passagem pelo país, diretor técnico da PSG Academy visita arenas e ressalta metodologia exclusiva do clube parisiense


A expansão global da Paris Saint-Germain Academy, escola oficial do clube francês, é uma das mais marcantes iniciativas de base esportiva no futebol mundial. Com presença em mais de 50 países, a academia não só promove a formação técnica de jovens atletas, mas também se consolida como uma ponte entre culturas e valores. No Brasil, a PSG Academy encontrou terreno fértil: cerca de 15 mil alunos treinam semanalmente nas 52 unidades espalhadas pelo país, sendo quase 3 mil no Nordeste, região que ocupa um lugar estratégico para a expansão da empresa, com 9 unidades em pleno funcionamento. 


O Nordeste também se beneficia do histórico de revelação de grandes atletas e de uma cultura de paixão pelo esporte. Eventos regionais, como competições internas e clínicas técnicas, têm promovido o intercâmbio entre alunos e treinadores, garantindo a aplicação da metodologia de excelência do Paris Saint-Germain, marca esportiva de maior crescimento global.


Em viagem ao Brasil, Benjamin Houri, diretor técnico da PSG Academy em Paris, cumpre uma extensa agenda, que inclui visitas às escolas da rede na Bahia, em São Paulo, Sergipe e no Rio Grande do Norte, estado que a partir desta segunda, 16 de dezembro, sedia a 6ª edição da PSG Academy Cup Brasil, um importante torneio que proporciona uma experiência esportiva completa, envolvendo unidades de todo o país. 


Segundo Houri, o Nordeste, com seu histórico de revelar talentos excepcionais, é uma peça-chave na missão global da PSG de expandir suas academias. “Não estamos apenas trazendo nossa marca para a região, mas também compartilhando conhecimento e criando oportunidades para jovens atletas”, afirma.


Sua passagem por Salvador e RMS foi marcada pela observação de treinos em Villas do Atlântico e uma visita às obras da nova arena, que será inaugurada em Salvador, no mês de janeiro. A unidade, no terraço do Shopping Barra, já é a 10ª no Nordeste e a 13ª que não é franquia, mas uma escola própria da Academy. 


"É impressionante ver a estrutura que está sendo construída aqui. Salvador tem uma energia única, e o Nordeste é uma região estratégica para nós. Os jovens daqui têm muito talento, criatividade e paixão pelo futebol, características que se conectam perfeitamente com a nossa metodologia", destacou Houri.



Valores que inspiram – A academia já revelou grandes jogadores que hoje brilham nos campos mundo afora, como é o caso da meia brasileira Lara Dantas, reforçando sua reputação como uma plataforma sólida para quem sonha em seguir carreira no esporte.


De acordo com o diretor técnico nacional, Igor Pires, a Academy não se limita ao desenvolvimento esportivo. “A metodologia é baseada em pilares como a formação de valores, trabalho em equipe e fair play, enquanto molda jogadores inteligentes e criativos, capazes de tomar decisões estratégicas em campo.”


“Cada jovem atleta é incentivado a crescer e se destacar, seja qual for o seu nível, recebendo um acompanhamento personalizado que considera o ritmo e as necessidades individuais”, explica François Marot, diretor Nordeste e vice-presidente da PSG Academy Brasil.

Lins recebe Copa de Basquete do Estado de São Paulo


Competição reunirá mais de 200 atletas de todo o estado


A cidade de Lins será sede de 14 a 23 deste mês da 11ª Copa de Basquetebol do Estado de São Paulo. O campeonato é uma realização da Secretaria de Esportes do Estado de São Paulo.


Serão 19 equipes (12 masculinas e sete femininas) de 13 municípios. A expectativa é de que 285 atletas de 13 a 16 anos participem. 


"É com grande alegria que realizamos mais essa edição de Copinha. Que esse campeonato seja a semente para promissoras carreiras no esporte", diz a secretária de Esportes do Estado, coronel Helena Reis.


Os jogos acontecem no Ginásio Nico Santos e no Ginásio Santo Meira.



sexta-feira, 11 de outubro de 2024

Washington, DC sediará jogos do Mundial de Clubes da FIFA 2025

O estádio Audi Field receberá partidas do torneio que ocorrerá de 15 de junho a 13 de julho


 Washington, DC, foi confirmada como uma das cidades-sede do Mundial de Clubes da FIFA 2025, posicionando a capital do país americano no centro das atenções do futebol mundial. A escolha reforça a vocação de Washington, DC, como um destino multifacetado, com forte apelo turístico, histórico e cultural. 


Na edição 2025 do mundial, 32 clubes de todo o mundo disputarão partidas em 12 estádios nos EUA, em Washington, DC, o Audi Field será o palco das disputas. O local possui capacidade para 20 mil pessoas e é a casa do D.C. United, da Major League Soccer. Entre os times brasileiros, Palmeiras, Flamengo e Fluminense, campeões da Libertadores em 2021, 2022 e 2023, já estão classificados para o campeonato. Botafogo ou Atlético-MG ainda podem garantir vaga.  


O torneio atrairá milhares de visitantes internacionais, impulsionando a economia local, especialmente nos setores de hotelaria, restaurantes e comércio. Com uma rede de transporte eficiente e fácil acesso a outras cidades-sede, além de uma ampla oferta de acomodações, Washington, DC, está preparada para oferecer uma experiência excepcional aos visitantes. 

 

“Audi Field, um dos estádios mais novos de Washington, DC, é um vibrante ponto de destaque na cidade, refletindo seu compromisso com esportes e engajamento comunitário,” afirmou Elliott L. Ferguson II, Presidente e CEO do Destination DC. “Enquanto nos preparamos para sediar os jogos do Mundial de Clubes da FIFA em 2025, não apenas evidenciamos nosso estádio de futebol de porte mundial, mas também as muitas atrações da região – desde parques pitorescos à margem dos rios e restaurantes dinâmicos até museus e memoriais próximos ao National Mall. Juntos, esses locais criam uma experiência inesquecível e única em DC, para viajantes nacionais e globais, mostrando a rica cultura esportiva e o charme da capital do nosso país.", finalizou Ferguson II. 


Além dos jogos, os visitantes poderão aproveitar as diversas atrações que Washington DC tem a oferecer, desde museus de renome internacional, restaurantes premiados e uma cena cultural das mais vibrantes. Com o Mundial de Clubes da FIFA 2025, a cidade reafirma seu status como destino global com atrativos únicos.

quinta-feira, 27 de junho de 2024

Grande competição de natação dos Jogos Escolares do Rio de Janeiro reuniu atletas estudantis no Maracanã

 


o último sábado (22), o Parque Aquático Júlio Delamare recebeu competições de natação, com a presença da ginasta e madrinha do evento, Daniele Hypólito


Um evento cheio de superação, desafios e emoção, marcou o último sábado (22) no Parque Aquático Júlio Delamare, no Complexo Esportivo do Maracanã, que recebeu alunos de escolas públicas e privadas para as pré-classificatórias de natação dos Jogos Escolares do Rio de Janeiro (JERJ), realizados pela Secretaria estadual de Esporte e Lazer. A disputa reuniu mais de 40 alunos em diferentes estilos de nado, como: livre, borboleta, medley, peito e costas. A etapa final será realizada no dia 20 de julho, no mesmo local, com partidas abertas ao público e entrada franca.

As competições, que aconteceram em um dos principais centros de prática de esportes aquáticos da América Latina, o recém-reformado Parque Aquático Júlio Delamare, contou com a presença da madrinha do evento e ginasta olímpica, Daniele Hypólito. Ela destacou a importância do JERJ na vida dos alunos como futuros esportistas profissionais: 

— O JERJ é de extrema importância, porque esporte e educação são dois pilares fortíssimos do nosso país e que têm que ser dado o devido valor. Quando envolvemos esses jovens, vemos a oportunidade que o JERJ está dando para cada um, para que esse seja o passo inicial de um campeão olímpico, de um campeão pan-americano, de um campeão mundial — afirmou a ginasta brasileira com mais participações em Jogos Olímpicos.


O JERJ é realizado pela Secretaria de Estado de Esporte e Lazer em parceria com a Federação de Esportes Estudantis do Rio de Janeiro (Feerj). Ao todo, participam das atividades, 71 municípios do Rio de Janeiro, com cerca de 650 escolas públicas e privadas inscritas, e mais de 5 mil estudantes nas equipes. 


Luciana Oliveira é mãe de Miguel e Pedro Oliveira, alunos que demonstram força e determinação, superando suas diferenças por meio da prática esportiva. Para ela, o esporte foi fundamental para o desenvolvimento dos meninos: 


— O JERJ é muito bom para participar e é algo promovido pelo Estado. O Miguel, aos três anos de idade, sofreu um acidente e perdeu o polegar esquerdo, já o Pedro, ao longo do crescimento, percebemos uma dificuldade de coordenação motora. Ele tem uma lesão no cerebelo. Com essa questão motora, o que ajuda é o esporte. Atualmente, os dois são atletas da equipe da Federação de Triathlon do Estado do Rio de Janeiro e o Pedro faz parte do Comitê Brasileiro de Deficiência Intelectual — revelou Luciana. 


A competição é destinada a jovens de 11 a 17 anos e abrange 20 modalidades esportivas, como atletismo, basquete, futsal, ginástica artística, natação e vôlei, entre outras. Com um calendário fixo de competições, as etapas pré-classificatórias percorrerão as cinco regiões administrativas do estado. Para acompanhar o cronograma e obter mais informações sobre o programa, acesse: www.jerj.com.br

Gui Khury visa fazer história novamente nos X-Games

 

Entre os dias 28 e 30 de junho, o skatista Gui Khury é presença confirmada para competir nos X-Games, o maior torneio de esportes radicais do mundo, que será realizado em Ventura, na Califórnia. O fenômeno de 15 anos quer quebrar mais recordes dentro da histórica competição, e chega embalado após conquistar o Tony Hawk 's Vert Alert, neste mês.


Mesmo com a pouca idade, Gui é um dos melhores atletas do mundo na modalidade Park, acumulando ao todo 8 medalhas nos X-Games (2 de ouro, 4 de prata e 2 de bronze), sendo apenas 1 delas fora do vertical - uma medalha de prata na megarampa, em julho do ano passado. O evento é tão importante para ele, que também foi responsável por colocar seu rosto no Guinness World Records três vezes: um por ser o atleta mais jovem do X-Games, outro por ser o primeiro skatista a realizar a manobra 1080, no vertical, e o mais recente, por ser o medalhista de ouro mais jovem dos X-Games (masculino).


O curitibano chega com moral para a disputa do evento, após vencer o Tony Hawk 's Vert Alert, campeonato de skate vertical que reúne os melhores atletas da modalidade no mundo inteiro, com lendas da atualidade e com nomes que já marcaram época no skate. O evento foi realizado em Utah, nos Estados Unidos, e também garantiu vaga para competir nos X-Games.


Gui irá competir em duas modalidades: Vert e Vert Best Trick (melhor manobra no vertical). As finais das duas categorias irão ocorrer respectivamente na sexta e no sábado. Você pode acompanhar toda a ação no canal oficial dos X-Games. Confira a programação:

Sexta, 28 de junho

22h00 - Men’s Skateboard Vert - Final


Sábado, 29 de junho

21h00 - Men’s Skateboard Vert Best Trick - Final